Acompanhar a saúde antes de ela falhar.
Uma abordagem médica contínua que identifica riscos cedo, reduz perdas funcionais e apoia decisões clínicas ao longo do tempo.
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Porque a maioria da medicina chega tarde
Grande parte dos cuidados de saúde baseia-se em momentos isolados: uma consulta, um exame, um episódio de doença.
Muitas perdas funcionais e riscos clínicos desenvolvem-se de forma lenta, silenciosa e só são reconhecidos quando já existe dano.
O que é medicina longitudinal
A medicina longitudinal acompanha a saúde como uma trajetória, não como uma fotografia.
Ao repetir medições relevantes ao longo do tempo, torna-se possível identificar desvios precoces, compreender a velocidade de mudança e intervir antes da perda de reserva funcional.
Como a ATLAS aplica este modelo
O foco não está em dezenas de métricas, mas num pequeno conjunto de variáveis de risco dominantes, acompanhadas de forma consistente.
- Risco cardiometabólico e resistência à insulina
- Reserva músculo-esquelética e capacidade funcional
- Sono, recuperação e fadiga
- Comportamento, adesão e sustentabilidade das mudanças
Como funciona o acompanhamento
O programa decorre ao longo de 12 meses e inclui uma avaliação inicial aprofundada, consultas de seguimento regulares e decisões clínicas ajustadas à evolução individual.
Não é um check-up isolado, nem um programa de otimização rápida.
Para quem é — e para quem não é
- ✔ Pessoas dispostas a acompanhamento clínico continuado
- ✔ Interesse em prevenção e redução de risco a longo prazo
- ✖ Quem procura resultados imediatos ou garantidos
- ✖ Um substituto para cuidados médicos urgentes
Responsável clínica
Maria Espírito Santo é médica, com Mestrado Integrado em Medicina pelo ICBAS (2009–2015) e especialidade em Medicina Geral e Familiar.
Conta com mais de 10 anos de prática clínica, focada no acompanhamento integral dos seus pacientes, prevenção de doença e promoção de longevidade.
Possui formação em Medicina de Estilos de Vida pela Harvard University, integrando evidência científica, comportamento e acompanhamento longitudinal na prática clínica.
Próximo passo
A conversa introdutória serve para perceber se esta abordagem faz sentido para o seu contexto clínico e objetivos de saúde.
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